Se a China é a “fábrica” do mundo, a Índia prepara-se para ser o seu “escritório”, mercê dos milhões em mão-de-obra qualificada, de língua inglesa e barata. Mas a terra de contrastes que a Índia sempre foi agudiza-se. Os ricos acumulam rapidamente dinheiro, mas o sistema de castas continua lá, os muito pobres não desaparecem. Apesar de tudo, admitem as autoridades, mais vale haver cada vez mais ricos do que continuarem a ser todos pobres.
O relógio do Arco Triunfal da Rua Augusta, na Baixa Pombalina de Lisboa, vai ser restaurado e deverá estar pronto em Setembro. Este é um local carregado de simbologia, verdadeiro centro do poder português desde há vários séculos.
O acervo museológico da Casa-Museu Medeiros e Almeida, em Lisboa, reparte-se por núcleos de Mobiliário, Pintura, Porcelana e Relojoaria. Este último, fruto de uma actividade coleccionista exercida essencialmente na primeira metade do século XX, constitui a mais valiosa colecção no país.
Fernando Correia de Oliveira, jornalista e investigador da temática do Tempo, da Relojoaria e da Evolução das Mentalidades, faz no sábado, 25 de Outubro, uma visita guiada pelo conjunto de peças do museu, que vão desde o séc. XVI aos nossos dias e que incluem exemplares de sala e de mesa, bem como de bolso e de pulso. O programa inclui um lanche nas instalações da Casa-Museu. Uma viagem no tempo e na técnica, numa iniciativa do Clube dos Entas. Mais informações em www.clubedosentas.com/
Desde Setembro de 2008, colaboração regular com a Única, revista do Expresso, sobre temas de Relojoaria
Relógios de Sol, que os CTT agora editam, da autoria de Nuno Crato, Suzana Mettello de Nápoles e Fernando Correia de Oliveira, é uma obra inédita no panorama nacional, pois a teoria gnomónica e o seu património têm sido ignorados.